O open banking está transformando o sistema financeiro no Brasil e, ao mesmo tempo, redefinindo a atuação de software houses, desenvolvedores de ERP, gestores de tecnologia e especialistas em meios de pagamento.
Regulamentado pelo Banco Central, esse modelo aberto permite o compartilhamento seguro de dados bancários, o que, por consequência, impulsiona a integração entre sistemas, aumenta a competitividade e estimula a inovação no setor financeiro.
Diante desse cenário, entender como o open banking funciona deixou de ser apenas uma vantagem e passou a ser essencial para empresas de tecnologia que desejam agregar valor aos seus produtos, modernizar integrações e, sobretudo, conquistar diferenciais competitivos em um mercado cada vez mais dinâmico. Siga a leitura para mais insights:
O que é open banking: conceito e funcionamento no Brasil
De forma objetiva, o open banking é um sistema financeiro aberto baseado no compartilhamento seguro de dados entre instituições, sempre mediante autorização expressa do cliente.
No Brasil, todo esse processo é regulado pelo Banco Central, que estabelece requisitos técnicos, padrões de interoperabilidade e diretrizes rigorosas de segurança bancária.
Além disso, o principal objetivo do open banking é facilitar o acesso a produtos personalizados, ampliar a oferta de serviços financeiros e estimular a concorrência saudável.
Assim, tanto bancos tradicionais quanto fintechs conseguem inovar, criando experiências mais flexíveis, integradas e alinhadas às necessidades de clientes com perfis variados.
Como funciona o open banking na prática
Na prática, o open banking segue um fluxo digital, transparente e centrado no usuário. Inicialmente, a pessoa cliente autoriza, de forma online, o compartilhamento dos seus dados financeiros.
A partir dessa autorização, as instituições participantes passam a trocar informações por meio de APIs seguras, sempre conforme os padrões definidos pelo Banco Central.
Como resultado, o usuário consegue acessar propostas de crédito mais adequadas ao seu perfil, realizar portabilidade de serviços com mais facilidade e, ainda, gerenciar contas de diferentes bancos em um único ambiente.
Consequentemente, essa integração viabiliza avanços em pagamentos, automação de conciliações e desenvolvimento de novos meios de pagamento, mantendo o usuário no centro das decisões financeiras.
Quais fases do open banking já foram implementadas?
No Brasil, a implantação do open banking ocorreu de forma gradual, sendo dividida em quatro fases desde 2021. A primeira fase envolveu o compartilhamento de dados cadastrais e informações básicas de contas.
Em seguida, a segunda fase ampliou a troca para dados transacionais, integrando bancos, fintechs e outras instituições autorizadas. Depois, a terceira fase passou a permitir a iniciação de pagamentos e transferências por múltiplos canais.
Por fim, a quarta fase expandiu o modelo para produtos como seguros, investimentos e previdência. Em conjunto, essas etapas criaram um ambiente financeiro mais dinâmico, inovador e integrado, ampliando o acesso a serviços e fortalecendo o ecossistema financeiro como um todo.
Vantagens do open banking para empresas e consumidores
Ao analisar os impactos práticos, fica claro que o open banking traz benefícios relevantes tanto para empresas quanto para consumidores.
Entre os principais ganhos, destaca-se a comparação transparente de taxas, tarifas e serviços, além do maior controle do usuário sobre seus próprios dados e histórico financeiro.
Além disso, o modelo possibilita a oferta de serviços financeiros personalizados, ao mesmo tempo em que aumenta a eficiência operacional das empresas por meio de automação, conciliação e integrações mais simples.
Nesse contexto, surgem também mais oportunidades para automação comercial e integração de meios de pagamento em ERPs e sistemas de varejo, permitindo que software houses inovem, reforcem a segurança contra fraudes e agilizem processos operacionais.
É seguro utilizar open banking no Brasil?
A segurança bancária é um dos pilares do open banking. Por esse motivo, o sistema adota criptografia de ponta, controle de acesso rigoroso e padrões internacionais de proteção de dados.
Além disso, o Banco Central atua de forma ativa na fiscalização das operações, exigindo conformidade com normas técnicas e de segurança. Vale destacar que o compartilhamento de informações ocorre exclusivamente mediante autorização do usuário.
Paralelamente, as instituições participantes passam por auditorias frequentes, enquanto mecanismos antifraude reforçam a confiabilidade do sistema tanto para empresas quanto para consumidores.
Diferença entre open banking e Pix: entenda os conceitos
Embora frequentemente associados, open banking e Pix são conceitos distintos. O open banking funciona como uma estrutura que viabiliza o compartilhamento de dados e a integração financeira entre instituições autorizadas. Já o Pix é um meio de pagamento instantâneo, voltado para transferências e pagamentos em tempo real.
No entanto, dentro do ecossistema do open banking, o Pix pode ser integrado via APIs, o que automatiza pagamentos e amplia a eficiência de soluções como TEF e ERPs.
Dessa forma, essa integração acelera o fluxo financeiro, reduz atritos operacionais e melhora significativamente a experiência de empresas e clientes.
Quem pode aderir ao open banking?
No Brasil, o open banking é obrigatório para bancos de grande porte. Ainda assim, fintechs, cooperativas de crédito e empresas de meios de pagamento podem aderir de forma opcional.
A integração acontece por meio de APIs, o que contribui para a modernização dos serviços financeiros e abre novas oportunidades para o setor de tecnologia.
Enquanto fintechs ganham espaço para inovar e bancos ampliam seu portfólio, empresas de software aumentam eficiência e competitividade, conseguindo atender às demandas de um mercado cada vez mais conectado e orientado por dados.
Desafios e pontos de atenção do open banking
Apesar dos avanços, o amadurecimento do open banking envolve alguns desafios importantes. Entre eles: necessidade de manter altos níveis de segurança e proteção de dados, conscientizar usuários sobre direitos e responsabilidades, padronizar APIs para garantir eficiência nas integrações e acompanhar constantemente as mudanças regulatórias.
Por isso, empresas que atuam nesse ecossistema precisam investir em suporte técnico qualificado, monitoramento contínuo das integrações e atualização constante das soluções, garantindo estabilidade, confiança e escalabilidade.
Por isso, empresas que atuam nesse ecossistema precisam investir em suporte técnico qualificado, monitoramento contínuo das integrações e atualização constante das soluções, garantindo estabilidade, confiança e escalabilidade.
Como o open banking impulsiona a automação comercial e o TEF
Nesse contexto, a automação comercial evolui de forma significativa com o open banking. A integração de dados permite conciliação automática, conexão direta com soluções TEF e ERPs, além de maior controle sobre vendas, recebimentos e prevenção a fraudes.
Supermercados, varejistas e parceiros que utilizam soluções GetCard, por exemplo, já contam com Pix integrado ao TEF, maior previsibilidade no fluxo de caixa e mais agilidade na tomada de decisões.
Assim, o uso estratégico dos dados fortalece a gestão financeira de empresas de todos os portes e agrega valor real às operações de automação comercial.
Soluções da GetCard no cenário de open banking
É justamente nesse cenário que a GetCard se posiciona como uma parceira estratégica para empresas que desejam evoluir com segurança.
Ao oferecer integração simples com ERPs, conciliação transparente e proteção antifraude, a GetCard facilita a adaptação ao open banking e potencializa resultados.
Soluções como o PDV Móvel permitem vender em qualquer lugar, centralizando operações em um único dispositivo e reduzindo custos operacionais.
Já o TEF IP automatiza as vendas em cartão, aumenta a segurança e melhora a gestão por meio de relatórios e conciliações integradas.
Além disso, a Conciliação GetCard garante controle total sobre o que foi vendido e recebido, enquanto o e-Commerce GetCard oferece mais velocidade e segurança nas vendas online.
E mais: o Autorizador reduz custos com homologações ao centralizar integrações em um único sistema, e o GetCard Mobile amplia a mobilidade ao permitir pagamentos em dispositivos Android.
Para completar, o Pix GetCard integra o meio de pagamento instantâneo diretamente ao TEF, permitindo receber vendas em segundos, a qualquer hora do dia. Saiba mais e simplifique o gerenciamento de seu ERP e Clientes com a GetCard!


